segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Uma pequena pausa no blog

Por conta do término do trabalho de conclusão do curso de Gestão do Futebol que tenho que entregar agora antes do carnaval, vou dar uma pausa por aqui, afinal, está difícil de arrumar tempo. Volto a escrever depois do carnaval quando já terei entregue o trabalho.

Por enquanto, ainda estou montando a revisão teórica do mesmo e tenho menos de 6 dias úteis, onde dias úteis para quem trabalha é justamente os finais de semana. Estou... Digamos... Com as datas bastante apertadas! Mas vai dar certo...

Em relação ao futebol, mais precisamente em relação ao campeonato paulista que estou acompanhando (infelizmente não consigo acompanhar os demais campeonatos) dá para ver claramente que ainda não engrenou. Aparentemente Corinthians, São Paulo terão uma vida tranqüila. Desses, o São Paulo parece que montou um ótimo time individualmente, basta o Leão não arrumar briga por lá. Já o Corinthians que manteve a base campeã, parece continuar sendo ajudado pela arbitragem. Vai ano e vem ano e nada muda!

Santos vem jogando com o time reserva, mas não terá dificuldades... Palmeiras e Portuguesa fizeram um clássico igual. Acho até que a Portuguesa foi melhor no geral, mas o empate foi justo. Portuguesa ainda procurando seu futebol do ano passado (parece ter encontrado no 2° tempo do jogo com o Guará) e o Palmeiras ainda procurando futebol sem dependência de bola parada, onde leia-se Marcos Assunção.

Dos demais times, ainda é muito cedo, mas parece que a Ponte está com um time razoável, ao menos para tentar chegar entre os oito. Enfim, muita bola ainda vai rolar e como sabemos, o que vale mesmo é a segunda fase...

Volto em breve dessa parada “técnica”!

sábado, 21 de janeiro de 2012

Que coisa...

Escrevi um post pela manhã (influências) e agora a tarde um pouco daquilo se mostrou verdadeiro...

Enquanto o FC Barcelona do Canindé teve uma tarde de RDC Espanyol, não jogando nada, perdendo o jogo e uma invencibilidade de 23 jogos, mesmo pressionando muito...O Corinthians que mesmo começando perdendo (assim como a Lusa), virou no final da partida...

Faz parte, ainda acredito no time e estarei no Pacaembu na quarta contra o Palmeiras, mas que é duro é!

Influências

Você já se perguntou o porquê de torcer por um determinado time? Acho que todo mundo já fez isso, alguns mais, outros menos. Acredito que os que torcem por times “sofredores” como eu e que nunca viram o time campeão de verdade se perguntam mais vezes o porquê de ter que passar por tudo isso... O porquê dessa paixão ser tão significante nas nossas vidas... O porquê de um dia que está maravilhoso se transformar em algo pesado pelo simples fato de seu time ter tomado uma “cacetada”... Ou de um dia que está horrível e lá vem seu time e te dá um presente que alegra todo o restante da noite... Por que esse amor nos influencia direta e indiretamente?

Diretamente, todos nós sabemos quais são essas influências e no geral são momentâneas, mas será que não temos uma série de influências indiretas associadas ao time que torcemos? Vou tentar explicar melhor meu pensamento e logicamente, vou me basear no meu time, mas juro que seria interessante uma pesquisa de campo nesse sentido com vários outros torcedores. 

É absolutamente comum você ver o desespero dos torcedores em jogos da Lusa em que o time está ganhando por um gol e o jogo está quase no fim. Isso porque historicamente tomamos muitos mais gols no final da partida do que fazemos quando estamos perdendo. É o que chamo de síndrome dos minutos finais onde parece ter um apagão nos jogadores da Lusa... Esse desespero e o pensamente de que tudo irá ruir antes do término do jogo é algo que acredito sinceramente que deva influenciar nosso “ser” não só no jogo, mas na vida. Será que essa confiança que nós torcedores da Lusa não temos e que é o oposto em outros times como São Paulo e Corinthians nos influenciam indiretamente nas nossas vidas? Eu particularmente acredito que sim.

Acredito que essa falta de confiança transforme, mesmo que por um pedacinho apenas, a vida da gente. Para quem me conhece, sabe que não sou dos caras mais confiantes do mundo, muito pelo contrário, sempre me pego no que pode dar errado e não no que pode dar certo... O famoso olhar o copo meio vazio e não meio cheio. Para falar a verdade, acho que isso tem vantagens e desvantagens. Olhar o copo sempre meio cheio pode ser ruim em alguns casos. O ponto não é o certo ou errado, mas sim o que é de fato e nisso, sou definitivamente um cara que olha o copo meio vazio. Lógico que não dá para colocar a “culpa” no meu time, isso seria ridículo, mas será que não tem certa influência? Afinal a Portuguesa é tão significante na minha vida que deve ter alguma ligação...

Como disse, acho que um estudo iria bem nesse sentido. O fato é que desde que o Jorginho assumiu o comando do clube esse pensamento vem mudando. A expectativa por um ano bom está estampada na cara de todos nós que amamos a Portuguesa. O time foi bem montado, tenho de admitir, mesmo não gostando do trabalho da diretoria. Se por acaso não atingirmos os objetivos, eu particularmente não vou criticar.

Daqui a pouco saio para ir ao Canindé ver o primeiro (estive no Pacaembu embaixo de chuva para ver a Lusa ganhar o troféu Sócrates contra o Corinthians, mas isso não vale) de muitos jogos válidos por campeonatos nesse ano e espero continuar vendo uma Portuguesa jogar como a Barcelusa de 2011.

Que venha o Paulistão...




quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Encruzilhadas



Nas encruzilhadas que encontramos na vida, é preciso decidir por um único caminho. 

É impossível ter certeza da decisão que se está tomando, afinal, que graça teria a vida se a escolha fosse sempre pautada na certeza? Por outro lado, que maravilha seria tomarmos sempre a decisão mais acertada. 

Vamos durante nossas vidas fazendo escolhas certas e erradas e essas vão nos moldando, nos esculpindo de forma a nos tornarmos quem somos, o que somos... Criando a essência de nós mesmos.

Passamos por diversas aprovações e situações complicadas e nem sempre temos a opção de seguir por um caminho ou outro. Mesmo que o caminho definido pelo destino seja algo ruim, muitas vezes nos conforta a impotencialidade que temos em não ter que fazer uma escolha. 

O problema, ou a solução, sempre estará na tomada de decisão, a escolha de um caminho frente à encruzilhada que se aproxima. 

Será mesmo que esse será o caminho mais certo? Será que não vou me arrepender?

Eu sou meio, se é que pode existir meio nisso, incrédulo quando se fala de espiritismo, de vidas passadas e futuras... Mas é de se pensar e de se imaginar, principalmente para um cara racional como eu, que deve existir um porque dessas decisões que tomamos e um caminho mais certo que outro... Deve existir um momento de “aprovação” aonde isso vem à tona... 

Será que esse caminho escolhido é o mais certo para a felicidade? Como teria sido ter feito outra escolha? 

Perguntas sem respostas...

Felizmente ou infelizmente, vivemos em um mundo de incertezas...

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Mais um ano se passou...


Toda virada de ano é igual, pessoas fazem promessas, iniciam regimes, traçam novas metas, criam expectativas onde muitas delas são reais e outras nem tanto.  O que raramente fazemos é olhar para o ano que passou e tentar ver o que atingimos daquilo que foi planejado 365 dias atrás.

Esse ano foi o ano que me dei de presente para tentar buscar a alegria no que fazia. Matriculei-me em um curso de Gestão do Futebol na Federação Paulista na busca pela felicidade irrestrita e porque não utópica e fui atrás desse sonho. 

Tive êxitos e perdas em todas as áreas da minha vida. Na familiar, planejei e gerei um novo herdeiro (que chega esse ano) e ganhei um novo irmão, que se casou com minha irmã mais velha. Fui a Portugal e vi todos meus familiares e foi mais um ano que se passou e meus avós (três ao todo) continuam firmes e fortes.  Como nem tudo são flores foi o ano em que demos adeus ao meu padrinho, irmão do meu pai.

Na área profissional foi mais um ano de dedicação, mas que não resultou em nenhuma grande mudança (pelo menos a que eu esperava - Promoção) a não ser o fato de eu ter olhado para trás e percebido que é realmente hora de mudar. Mudar não por mudar, mas sim modificar a forma de agir e pensar. Esperar por algo é o mesmo que deixar de ir atrás de seus sonhos. Nada virá de mão beijada e por conta disso, eu mesmo decidi que devo traçar meus caminhos e não esperar que alguém a minha frente o faça. Analisando desse modo, acho não foi um ano tão perdido assim.

Na área esportiva que no meu caso é pura paixão (minha Portuguesa) e a busca por um sonho (trabalhar com futebol, motivo pelo qual criei esse blog), tiveram momentos mágicos e momentos de pura decepção. Quem diria que os momentos mágicos seriam proporcionados pelo meu time do Coração, que ao longo desses 34 anos de vida tem me dado muito mais decepções que alegrias. Pois é, graças ao “São Jorginho” esse foi um ano mágico.

As decepções ficam por conta da busca por trabalhar com esportes, onde criei diversas expectativas e da mesma forma que essas vinham, na sequência chegava um tsunami de decepção, destruindo todas as esperanças. Foram algumas entrevistas, algumas possibilidades, muitos contatos feitos com pessoas da área, mas que no fundo só serviram para eu entender que esse é um mercado extremamente fechado e que só terei êxito se for por conta própria, motivo esse que coloquei como meta, juntamente com mais quatro colegas de curso, a criação de uma empresa de Gestão Esportiva em 2012. Estamos no começo, mas analisando o perfil do grupo, acho que temos sim chances de colocar esse plano em prática esse ano.

Em relação a minha Portuguesa, espero pouco dela, mesmo com o que ela fez em 2011. Ainda acho que o Jorginho não termina o ano na frente do clube, não pelo fato de receber proposta de outro clube, mas sim por acreditar que a diretoria da Lusa é amadora e não vai fazer o que ele pediu quando assinou por mais um ano. Torço muito para estar errado novamente, mas isso, só o tempo dirá.

Espero fazer desse ano, algo diferente. Se continuarei com o blog ainda não decidi, talvez, preciso ver, de qualquer forma, desde que comecei, mudei muito a forma de conduzi-lo. Preciso analisar melhor e se continuar com ele, decidir por qual caminho seguir. Fato é que preciso terminar o trabalho do curso até fevereiro (estou ferrado, pois nem comecei) para ter o diploma e dedicar um pouco mais de tempo na escrita do livro, que ficou de lado frente ao blog.

No final, o que importa é ser feliz. Sabendo que a busca pela felicidade plena é algo inalcançável, porque então não ser feliz aos pouquinhos e na soma geral conseguir dizer: SOU FELIZ! Essa é minha maior busca esse ano e pode até parecer clichê, mas acho que se tem algo que vou adotar são duas frases muito conhecidas, pois definitivamente vou deixar a vida me levar, sem levar tudo tão a sério, pois estamos aqui de passagem.  Além disso, vou rever pensamentos fixos e que nunca mudei, seja por valores exagerados ou por idiotice mesmo. Nesse caso, o grande Raul nos ensinou e vou preferir ser uma metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo...

Que cada um encontre o que deseja... Feliz 2012!