Foram mais três dias de passeio antes de voltar ao Brasil, mas para os que podem questionar o porquê de tanto passeio se eu fui a trabalho, só quero lembrar que esses dias de passeio são devido as minhas férias ainda, viu... Bom, depois de deixar isso claro (rs), voltamos para o fim dessa saga maravilhosa.
O domingo foi dia de ir até o Porto. Por lá, visitei alguns lugares turísticos, mas não podia deixar de ir até os estádios da cidade. Passamos pelo estádio do Boavista (um elefante branco da Euro - por aqui teremos alguns também), pois infelizmente o time sucumbiu as más administrações e praticamente inexiste hoje como clube profissional. Uma pena, tinha uma das camisas mais bacanas de Portugal.
Entrada do Estádio do Bessa XXI
Panteras do lado de fora do Estádio
Dali, passeamos mais um pouco e fomos comer a tal da francesinha, bem próximo ao estádio do Dragão. Eu gostei bastante, mas minha esposa achou um pouco apimentado.
Francesinha
Com a barriga cheia, foi hora de ir ao estádio do Dragão. Não entrei. Para quem não sabe, eles cobram para tirar foto dentro do estádio, pode? Resolvi não pagar! Preferi gastar na loja do clube.
Visão externa
Parte interna
Entrada da Loja Azul
Parte Interna da Loja Azul
Depois das compras passeamos rapidamente as margens do Douro e voltamos para Mortágua. Dessa vez o bico de tamanduá bandeira era da esposa do meu primo que não queria voltar muito tarde para Coimbra. Acabaram voltando muito, mas muito tarde...
Margens do Douro
Na segunda acordamos e fomos passear pela terra da minha mãe. Eu precisava (no sentido ótimo da palavra) reviver alguns momentos e algumas histórias da minha vida. Visitei alguns primos e tios, mas o que eu mais queria fazer era visitar os irmãos da minha avó e a casa velha, onde ela nasceu e viveu quando jovem. Momentos como esse são realmente especiais e nos fazem voltar no tempo... Espero reencontrá-los em breve!
História Pura
A casa velha da minha avó (na verdade da minha bisavó) aproveito para colocar um vídeo, onde meu tio (Orlando) conta um pouco da história de quando minha avó deixou Portugal e veio se "aventurar" no Brasil (meu avô já estava por aqui). Senti um pouco dessa "sensação voltando", algo como se eu estivesse vivendo tudo aquilo na fala do meu tio... Emoção é pouco para dizer o que senti...
Na sequência passamos pela casa do meu bisavô (por parte de avô materno) já reformada e onde meu avô passa 3 meses todos os anos. Mas a lembrança que eu tenho desse lugar ainda é aquela de 1988 onde estive assim que meu bisavô faleceu. Eu tinha 11 anos, mas me lembro com detalhes da casa velha, aliás, foi por conta do meu bisavô que sou torcedor do Porto (encontrei um pôster em uma gaveta da casa). Estive em Portugal nessa época, pois o desejo do meu “bisa” era me ver uma última vez (ele tinha me conhecido apenas quando tinha 2 anos). Cheguei, visitei-o no hospital e embora não tenha falado com ele, sei que ele me “viu” (sentiu), pois na mesma noite faleceu. Engraçado lembrar isso toda vez que olho aquela casa, pois sinto que tivemos uma ligação muito forte e que não acabou. Não sei explicar...
Casa do meu Bisavô
Assim terminamos mais um dia em Portugal. Dia seguinte era dia de visitar a terra do meu pai (Pombal), bem próximo de Coimbra. Meu tio Orlando nos levou até a casa do meu tio Gilberto, aquele "corneteiro" que foi ao jogo de Portugal comigo e ficava xingando o Postiga! O cara é craque...
Passeamos por lá, visitamos o Castelo de Pombal, mas que infelizmente estava em reforma e não pudemos entrar.
Castelo de Pombal
Visitamos também a casa velha onde nasceu meu pai, mas as imagens “estragaram” e não consegui recuperá-las, uma pena.
Depois acabamos visitando também o estádio da cidade, onde joga o Sporting de Pombal e onde meu tio normalmente é o repórter de campo dos jogos. As fotos ficaram ruins (muito escuras), mas trouxe um souvenir dado por ele...
Depois dessa recepção maravilhosa que tivemos, foi hora de arrumar as 4 malas e colocar todos os vinhos enrolados para não quebrarem (precisa ver a bagunça que fizemos). Meu primo nos levou bem cedo ao aeroporto e de lá, voltamos ao Brasil. Foi duro, mas deu certo. Nada quebrou! Ao contrário das garrafas, nós chegamos quebrados e dia seguinte já era dia de trabalho.
Foi uma viagem maravilhosa, inclusive os dias que passei trabalhando e onde conheci pessoas fantásticas, uma cultura diferente e uma maneira de fazer negócio bem diferente daqui. Como tudo que é bom um dia acaba, aproveito e termino a Saga Portugal do blog. Imagino que vocês não estavam mais aguentando. A partir da semana que vem volto ao normal e mostrarei aqui fotos do Centro de Treinamento do Red Bull Futebol.


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