O ponto é que, efetivamente, ainda não consegui nenhuma oportunidade real. Tive alguns contatos que ainda estão gerando troca de conhecimento, mas oportunidade propriamente dita, ainda nada. Às vezes, acho que é muito cedo e que não deu tempo ainda, outras vezes, acho que já deveria ter acontecido algo, pelo menos uma pequena oportunidade. O que não posso esquecer, é que minha meta (limite) ainda está longe de chegar, uma vez que defini para mim mesmo que vou tentar essa mudança de área de atuação até o final do ano, quando termina o curso. Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos.
Voltando ao conteúdo que importa dentro do blog, ficam aqui minhas desculpas antecipadas por não ter nenhum vídeo neste post. Percebi que isso tem chamado a atenção e gerado comentários no dia a dia das pessoas que convivem comigo. Vou tentar, na medida do possível, divulgar vídeos no blog, prometo!
As aulas de hoje foram marcadas por muitas discussões. Na de Marketing, a maior delas esteve em torno da "elitização" do futebol brasileiro. Alguns a favor dela e outros contra. O ponto chave aqui, pelo menos na minha visão, é que fica impossível analisar o futebol como negócio, sabendo que o mesmo é formado por entidades privadas (sejam clubes ou federações/confederações) e ao mesmo tempo, se preocupar se o esporte poderá ser acompanhado "in loco" por todos os brasileiros. Na minha visão, futebol é negócio e ponto final! Como negócio, deve se buscar lucro (ou superávit no caso de entidades sem fins lucrativos). Se para isso, o preço ideal de um jogo deverá ser mais alto que o cobrado atualmente ou na melhor das hipóteses, os jogos de grande procura (como os da libertadores) devem ser bem mais caros, que seja. Se somente alguns poderão comparecer e não todos, é da vida. Ou alguém acha que Cinema e Teatro são para todos? Alguém imagina ver um torcedor de classe D e E em algum jogo da copa em 2014? Enfim, estamos caminhando sim para essa elitização do futebol e ao meu ver, é um caminho sem volta. Bom, eu só vejo isso com bons olhos.
Já na aula de direito, discutimos muito o contrato de formação de atletas. Pelo visto, o meu radicalismo em terminar com as categorias de base (apenas para jogadores abaixo de 16 anos) da Portuguesa, já pode ser revisto, porque com as mudanças da lei (março de 2011), basta o clube se organizar e provar seus gastos com atletas que tenham contrato de formação (podem assinar esse contrato atletas de 14 a 20 anos), para conseguir um ressarcimento de 200 vezes o valor gasto com a formação desse atleta, do clube que "adquirir" (seja lá de que forma) o jogador em questão, evitando o que era feito por todos os clubes até “ontem” (Lei Pelé em vigor até fevereiro), que falando o português claro, “roubavam” atletas com menos de 16 anos de outros clubes. Com isso, deve ficar mais justa a briga entre pequenos x grandes. Fica apenas a questão de que atletas menores de 14 anos continuarão a ser aliciados, como eram os menores de 16 anos até fevereiro.
Para fechar, não sei quem acompanhou, mas saiu uma pesquisa no futebol finance, sobre a quantidade de "fãs" que seguem clubes no facebook. Como as redes sociais são canais que devem ser cada vez mais explorados pelos clubes, deixo aqui essa pesquisa para vocês:

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