domingo, 28 de agosto de 2011

Um sábado de altos e baixos...

O sábado começou muito cedo, bem antes da minha filha acordar, ou seja, momento de baixa, afinal, acordar cedo no final de semana ninguém merece. Tinha uma visita (a primeira) oferecida pelo curso Máster de Gestão de Clubes de Futebol da Federação Paulista de Futebol. O lugar que seria visitado é o Centro de Treinamento do Desportivo Brasil, clube onde o proprietário é a Empresa Traffic Sports e o objetivo é formar novos talentos.

Saí de casa às 7h da manhã e fomos, eu e um camarada do curso, até a Federação onde o ônibus sairia às 8h. Saiu com atraso de 30 minutos.

Durante a viagem, mais um momento de baixa, a Tv não funcionava direito no ônibus e não consegui ver o treino da Formula 1. Resolveram então colocar um filme e escolheram um que se chama “A Rota”. O filme eu diria, é muito, mas muito ruim. Ruim só não, é medonho, horrível, uma porcaria completa. Os atores então, um pior que o outro. Ainda bem que a viagem era curta e chegamos por volta das 10h no CT do Desportivo Brasil.
Momento de Alta agora, o lugar é incrível, muito bem estruturado, um CT de dar inveja a muito clube tradicional do Brasil, entre eles, óbvio, a minha Portuguesa. Quem dera tivéssemos algum CT assim...
Fomos recebidos pelo Rodolfo Canavesi responsável pelo local. Um apaixonado por Esportes que decidiu em um momento da vida largar tudo e estudar para aquilo que gostava (qualquer semelhança é mera coincidência). Deu certo, o cara se diz muito feliz e dava para perceber isso. Tivemos uma pequena palestra (tava um frio na sala, fiquei mal o final de semana inteiro) e depois fomos visitar o local, seguem algumas fotos abaixo.


A visita foi até o meio dia e de lá, saímos direto para o...
... Canindé (fui de carro com outro amigo que estava com a família), afinal, era dia de clássico e a Lusa pegaria o grande, fenomenal, deslumbrante... ICASA! Não é lá em casa, é Icasa mesmo. Expectativa de casa cheia (mínimo de 10.000), afinal, o time era o líder e o dia estava maravilhoso. Logicamente momento de alta, certo? Errado! Embora estivesse difícil para arrumar mesa para comer um bacalhau, bolinho ou posta ou uma alheira, no jogo só tinha 6.000 pessoas. Um bom público para a Portuguesa, mas muito abaixo do que eu esperava.
O jogo começou absurdamente bom para a Lusa. Foram 15 minutos de massacre. Há muito tempo que não via algo assim. No mínimo umas 5 chances claras de gol e o Icasa não conseguia fazer nada. Resultado, gol aos 13 minutos. Momento de Alta? Não! A Lusa tomou 3 gols (um peru, mas o Weverton até que tem crédito, um golaço no ângulo e um de pênalti, que diga-se de passagem, bem infantil do Rogério) e o final do primeiro tempo era:

Não dava para acreditar, a sina dos pés frios estava de volta. Era só colocar mais de 2.000 e pronto, perdíamos! Momento de baixa.
 Foi então que o grupo se reuniu em volta do técnico e se preparou para lutar por todo segundo tempo...
Mas o jogo foi morno e por acaso achamos o gol aos 26 minutos o que deu uma esperança. Nessa altura o time tinha apenas um volante e era só ataque. Olha que o Icasa podia ter feito mais uns 2 no contra ataque, mas não fez! Resultado? Momento de Alta! Empate aos 44 minutos e festa no Canindé, mesmo com o empate, afinal, mantivemos a distancia para os adversários e terminamos o primeiro turno como líder!
Ufa, terminou bem o dia, né? Hummmmm, acho que nem tanto. Lembram que eu disse que saí bem cedo, fui para o jogo... Pois bem, apareceu aquele bichinho que vive nos campos e nas florestas e que tem um bico bem grande, um tal de tamanduá bandeira! Mas olha que durou pouco, afinal tínhamos uma reunião com amigos e embora eu estivesse estragado por conta do ar condicionado e da gripe que já tinha me pegado na sexta, a noite foi muito boa, amenizando assim os sintomas do tamanduá que haviam tomado conta da minha esposa...
No final, mais momentos de alta que de baixa e a sensação de ter tido um ótimo sábado!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

As duas faces da notícia

Essa semana foi atípica na minha vida, pois foi à primeira vez me vi órfão do grande líder. 

Foi anunciada em 23/08 a saída do Fabio Barbosa do conselho de administração do Santander Brasil para assumir a presidência da Abril S.A.

                                                                                                                                                             Daniela Toviansky/EXAME.com
A primeira face:
No primeiro momento que recebi a notícia, juro que tive uma sensação de vazio, de perda, de impotência, algo como receber a notícia do falecimento de um ente querido que já estivesse internado na UTI, afinal de contas, já era uma notícia esperada, desde o momento em que deixou a presidência do Grupo e assumiu o Conselho. Só restava saber qual seria a empresa que o contrataria. De qualquer forma, é sempre um choque quando recebemos a notícia.
Entrei como estagiário no banco onde o Fabio já era presidente e foi assim durante mais de 10 anos. Me acostumei com a idéia de tê-lo como presidente ou como figura principal, logicamente que agravado pelo simples fato de concordar com todos os seus ideais e com seus valores, o que convenhamos, facilita e muito.
Foi um grande líder, ou melhor, é um grande líder! Líder daquele que não usa o poder ou a força para conquistar as pessoas, líder aquele que inspira e faz com que todos caminhem para a mesma direção... Sempre de maneira a criar relacionamentos duradouros, ou usando a palavra da moda, de forma sustentável, deixando de lado o imediatismo, a receita a qualquer custo... Que permeia a maioria das empresas e que está enraizada muitas das vezes nas entranhas da corporação. Para os que pensam dessa maneira, deixo um recado: Esse não é o Futuro!
A outra face:
Por outro lado, é óbvio que tudo na vida tem data para iniciar e terminar, até a vida é assim, porque o resto que preenchemos dentro dela não seria? E nesse momento vem o pensamento bom, de que um novo ciclo começa, em outro lugar, onde a forma de trabalho que nós todos tivemos o prazer de conhecer, passará a ser inicializado em outra empresa, em outro mercado.
Aos funcionários da Abril, fica aqui a certeza que as coisas irão mudar (embora não conheça a gestão anterior da empresa), e definitivamente será para melhor, tenham certeza! Vocês irão se inspirar, assim como muitos de nós (tenho certeza que somos muitos) nos inspiramos todos esses anos.
Deixo aqui de forma pública o meu agradecimento, e tenho certeza que de muitos outros que tiveram o prazer de trabalhar com esse Grande líder, por tudo que aprendemos e por todas as inspirações que tivemos nesses anos.

Valeu Fabio Barbosa, muito obrigado! 

sábado, 20 de agosto de 2011

O que é torcer pela Lusa... Escrito por alguém bem mais neutro do que eu.

Acho que nunca um texto foi tão longe para explicar o que é torcer pela Portuguesa. Olhem que ironia, foi escrito por uma torcedora do SPFC, ou melhor, ex-torcedora, já que hoje se diz Lusa por completo.

Vou colocar aqui o texto completo da Carolina Mendes, mas seria muito legal que todos vocês fossem até o link (http://www.esportefino.net/firme-e-forte/), pois além do texto, a repercussão e os comentários estão maravilhosos. Inclusive eu não resisti e deixei uma mensagem para ela e para todos os frequentadores.

Por Carolina Mendes
Escritora, paulistana e defensora do gol de mão

Quando eu digo que torço para a Portuguesa, as pessoas me olham com desconfiança. Sabem do meu passado são paulino, ou acham que eu estou mentindo. Não estou.

Confesso que no começo foi por malcriação. Ano passado, estava irritada e envergonhada com o meu ex-time e comecei a procurar uma opção. Filha primogênita de um sujeito que adorava futebol, fui do pai e não da mãe. Cresci vendo futebol de domingo com o meu pai, deitada no sofá e falando palavrão. Vendo futebol podia falar palavrão.

Mesmo sendo do pai, nunca tive vontade de escolher o time dele. Escolher o da mãe seria considerado traição, considerando que ele era palmeirense e ela, corintiana. Fiquei quieta até aparecer o Raí na minha vida. Era um fenômeno, e eu que nunca soube lidar com derrotas, abracei a causa vitoriosa. Quase todos os meus amigos também são, por motivos diversos mas impulsionados pela época próspera. Estava armada a minha vida futebolística.

Tempo passou, eu cresci, fui descobrindo outros valores e comecei a me aborrecer. Me aborrecer com as piadinhas, me aborrecer com o clube, me aborrecer com os ídolos que seguiram. Não precisa ficar histérico, amigo são paulino, é como eu sinto e vejo as coisas. Fiquem a vontade, não estou julgando ninguém, mas chegou num ponto que pra mim não servia mais.

Futebol é responsável pelo primeiro pescotapa que o mundo nos dá. Você tem um time, ele ganha, e você aborrece os amiguinhos que torcem pra outros times. Aí seu time perde e você tem que dar a cara a tapa. E sua mamãe não pode fazer nada, e não pode controlar as maldades das outras crianças. Ela pode desligar a TV da sua casa antes do apito final, mas não pode desligar as TVs das outras casas.

Eu que, neta de um catalão expatriado pelo Franco, torcia pra um time que teve uma ligação bastante curiosa com o governo militar, me peguei sem time. E aí lembrei dos times românticos, escolhi a Portuguesa. Aquela que é segundo time de todo mundo e que tem uma torcida que cabe numa Kombi. Escolhi e fui a um jogo.

Meio do ano passado, a Lusa na série B do Campeonato Brasileiro, um frio medonho. MEDONHO. Maço de Marlboro, máquina fotográfica, umas dilmas pra comprar uma Coca zero e um dos infames bolinhos de bacalhau. Fui sozinha e me apaixonei.

No minuto em que entrei no Canindé pela primeira vez. Olhei os rostos, as crianças, os velhos, os bigodes e os clichês. Cara do amendoim que as pessoas conhecem pelo nome. Nenhum momento de medo, nenhuma atitude da famosa Leões da Fabulosa, que até aquela noite era descrita pra mim como a irmã violenta do Taliban.

Futebol, bolinho de bacalhau, Coca zero, 2 gols pra Lusa e 1 gol pro outro time.

Era isso que eu queria: sentir tesão e ver futebol, independente do resultado. Do ano passado, guardei todos os ingressos das idas solitárias ao Canindé e o gosto amargo de não ter subido para a série A. Curado meu amor pelo futebol, voltei ao SPFC? Nem fod@*@*. Tem algo de mágico na Lusa e no Canindé, um jeitão despretencioso e estabelecido, seguro de que uma derrota é só mais uma, assim como uma vitória é só mais uma. E que filhos, netos, amigos, e netos e filhos do vendedor de amendoim estão e estarão lá. E a Carolina, que segue apaixonada e que acredita que a Lusa sobe esse ano, como acreditava no ano passado.

Carolina que vai acreditar e ir ao Canindé enquanto tiver amor pelo futebol, tesão por esse bueiro encantador que é a cidade de São Paulo, e pela vida. O cigarro a céu aberto, sob sol escaldante, na arquibancada do Canindé é dos prazeres que eu descobri no último ano que mais me alegram. Exagero? Qual o seu time? A Lusa é que não é. Fosse, você entenderia.

Em tempo: terça eu fui ao Canindé, e a Lusa perdeu. Aos trombeteiros do apocalipse praticantes de bullying: foi a primeira vez que eu vi a Lusa perder ao vivo neste ano, não é meu o pé frio. A torcida cantou e empurrou mas o nosso gol não saiu. Fiquei feliz por não conseguir parar o carro dentro do estacionamento do estádio porque estava cheio, e eu espero que fique cada vez mais cheio.

O trânsito, atravessar o centro da cidade, ficar parada na Marginal Tietê de olho nos holofotes do Canindé, sozinha no carro. Levar uma Heineken pra beber antes de entrar, e passar 2 horas ali ouvindo meus amigos torcedores com um olho no jogo e outro nos filhos: amor. É isso que futebol tem que ser, xingar a mãe do juiz enfurecidamente, virar pro cara que tá do seu lado e rir.

Fiquem com os times badalados de vocês, deixa a gente na Kombi, comendo bolinho de bacalhau, brigando pra chegar na Série A, vivendo bem pra caral@*.

Essa é a Lusa ou Portuguesa, como preferirem chamar, time que amo demais. Aos que lerem esse texto, considerem-no um convite a uma visita ao Canindé. Se não quiserem ir sozinhos como foi a Carolina, basta me ligar, mandar e-mail, comentário no Blog, faço questão de encontrá-los e apresentar a todos o que de maravilhoso tem esse clube.
 Tenho certeza que será uma experiência inesquecível! Aceitam?

domingo, 14 de agosto de 2011

A responsabilidade de ser Pai...

Não vou me alongar, até porque não sou desses caras que considera datas como dias dos pais, das mães, namorados... Como sendo datas importantes. Para mim são datas definidas para o consumo. Acredito sinceramente que essas datas não existiriam em um mundo não capitalista, mas também não sou um cara que simplesmente ignora esses dias. Acho que podem ser aproveitados e curtidos ao lado das pessoas que amamos.
Esse dia dos pais foi especial, pois fizeram uma surpresa maravilhosa no meu serviço e pude ficar o dia quase que inteiro ao lado da minha família. Dias como esse faz muita diferença. Foi uma surpresa e tanto que as “mulheres” da área que trabalho fizeram. Se superaram. Foi Show!

Deixo um vídeo maravilhoso que deveria ser visto por todos os pais desse mundo.

Vocês são exemplos para seus filhos!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Definitivamente um gênio



Depois de Senna e Dener passei a ter um novo ídolo! Encontrei um cara genial, como poucos nesse mundo após ler uma matéria da revista Exame. O nome do cidadão é Matthias Poehm, um suíço que resolveu criar um partido conhecido como APPP (Partido Anti-PowerPoint) que tem como objetivo banir o uso desses aplicativos.

Ele se considera o messias de 250 Milhões de pessoas que são torturadas por essas apresentações no mundo inteiro. Em suas contas, só a Europa perde 110 bilhões de euros por ano em tempo e recursos desperdiçados em apresentações inúteis. Eu não estou na Europa, mas faço parte desse desperdício com certeza aqui no Brasil. Perco as contas de quanto tempo da minha vida desperdiço fazendo apresentações de horas, que poderiam ser passadas em um quadro branco com um simples desenho, ou que poderia ser resolvido com uma simples conversa, ou melhor ainda, apresentando a própria planilha de cálculo de um Excel. Esse sim um aplicativo inteligente!

Não serei radical a ponto de dizer que o Power Point é inútil. Definitivamente não é. É uma baita ferramenta, mas precisa ser utilizada por pessoas que tenham o mínimo de discernimento em saber utilizá-la. Ficou corriqueiro escutar algo como “Nossa, muito bom esse cálculo que você fez, coloca em um ppt para mostrarmos na reunião”, ou podia ser “Amanhã tenho uma conversa com o Fulano, será que você poderia colocar tudo em um ppt?”. Eu pergunto, para que? Será que não dá para escrever um breve resumo e levar? Economizaria muito tempo, recurso mais raro nos dias de hoje. Fico pensando o que seria da vida dessas pessoas que eu chamo de dependentes do ppt se essa porcaria fosse extinta. Só sabem fazer isso! Tudo é feito na porcaria do Power Point. Até e-mail daqui a pouco o cidadão vai mandar em branco e no anexo vai colocar um ppt com o descritivo, lógico que com animação, parágrafo a parágrafo! Já imaginou? Se alguém que está lendo esse blog faz isso, não fique bravo comigo, eu quero seu bem. Procure imediatamente um psiquiatra, VOCÊ É UM DOENTE!

Parece que tudo isso é brincadeira, mas não é, podem acreditar! O mundo corporativo de hoje, metade do tempo das pessoas na semana é gasto com reuniões inúteis e com a mentalidade fértil construindo apresentações também inúteis. A outra metade as pessoas gastam tomando café, respondendo e-mails, fazendo uma apresentação que realmente precisaria e indo a uma ou duas reuniões realmente importantes. Olha que nessa outra metade ainda da tempo de navegar na internet, contar piada e ... Trabalhar, porque acho que se esqueceram dessa última parte. Estamos vivendo um mundo do faz de conta, até porque, tudo que se coloca no ppt parece que vira por um passe de mágica, verdade absoluta. Você tem um problema? Coloca no ppt a solução e está resolvido. Você precisa construir um planejamento de algum projeto? Coloca no ppt com algumas poucas datas e seus problemas terminaram. Você precisa mostrar que é importante para a equipe ou para a empresa? Monte uma apresentação cheia de recursos visuais e com figuras lindas e maravilhosas e será promovido. Quanto mais recursos conhecer (no Power Point), melhor profissional você será. E se alguém durante uma apresentação corrigir o seu conteúdo sinta-se feliz, pois ele poderia dizer que o posicionamento ou a forma utilizada na apresentação não estava adequada. Acreditem, existem pessoas que corrigem a apresentação e não olham o conteúdo!

Um dia eu disse que achava um absurdo usarmos gravata. Fui taxado como revoltado por amigos. Aos poucos as empresas (mesmo os bancos) estão adotando algo menos formal e convenhamos que para um país tropical, gravata não combina. Quem sabe um dia não verei um presidente de empresa abolindo o Power Point. Isso seria um sonho e com certeza, um ganho absurdo de produtividade! MORTE AO PPT! Pensem nisso!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Uma vitória por um balão

Essas duas semana foram complicadas. Minha Portuguesa andou aprontando comigo. Foi jogar duas terças seguidas e jogos de muita importância para o campeonato. Agravante a isso, foi o fato de ter sapecado o Vitória e a Ponte como visitante. Resumo da ópera, fui obrigado a dar um “balão” nas aulas e ir ao Canindé passar frio e ver um time jogando por música e vencendo o Criciúma. Está dando gosto ver a forma como a Portuguesa joga, pode ser em casa ou fora, a disposição, a postura do time, a atuação da defesa (4 jogos sem tomar gols) e do ataque (melhor ataque das séries A e B) é de impressionar. Vejam abaixo as probabilidades:



Espero que continuem assim e que parem com esses papinhos de que já possuem jogadores com propostas de fora ou de times da série A. Manteremos o time esse ano e subiremos com o título! Ponto chave aqui é conseguir se organizar bem para o ano que vem, porque de nada adianta subir e cair novamente. Ano que vem é um ano chave uma vez que os padrões de pagamentos pelas transmissões de TV irão mudar radicalmente e precisamos manter o time na série A. Questão de sobrevivência!

Voltando ao assunto “balão”, retomo as idas ao curso nessa quinta e 100% dedicado, agora, se meu time ganhar do Sport em Recife, vai ser difícil não ir no jogo de Terça (novamente) contra o Vila Nova!

Apenas para não deixar passar em branco, no último post coloquei que havia uma luz no fim do túnel, na verdade, uma segunda luz, já que a primeira era definitivamente um trem. Pois bem, acho que essa segunda era um trem bala, porque da mesma forma que apareceu, passou e levou tudo com ela. Não deu certo novamente! Fico um pouco menos triste com essa resposta, pois escutei do meu “professor” de Mkt que não era a empresa ideal para meu perfil e que poderia conseguir algo muito melhor e mais adequado ao que estou procurando. Enfim, a busca continua...