quinta-feira, 1 de março de 2012

Portuguesa x Fifa

Poderia e até deveria falar da minha Portuguesa hoje, afinal, depois de tanto tempo sem escrever por conta do meu trabalho eu deveria falar daquilo que realmente me afeta, certo? Errado, pois vou tentar me conter, afinal com mais uma derrota no paulista, desta vez para o Mogi, as coisas começam a ficar no mínimo preocupantes.

Bom, vamos lá, só para não passar em branco (definitivamente não resisto), o jogo ontem começou muito bem para a Portuguesa e nos primeiros 10 minutos juro que achei que a minha Lusa de 2011 tinha voltado. Um time envolvente, massacrando o adversário, marcando em cima e tocando bem a bola (o título desse blog seria: “A Barcelusa Voltou”). Mas, foi apenas o começo. Em um lance besta, onde a interpretação do árbitro foi de que o jogador impedido não participou da jogada, tomamos o gol de empate. O Mogi cresceu e melhorou muito e passou a dominar o jogo e o Weverton fechando o gol, até falhar no final do primeiro tempo. Coisas que acontecem com os melhores goleiros . Segundo tempo começa e o time até melhora, vai para cima, deixando os contra ataques para o Mogi, mas em um lance besta o juiz expulsa o zagueiro Renato, no meio de campo, dizendo que o jogador poderia fazer o gol. Pode? No meio de campo? Fazia tempo que não ficava tão bravo. Resultado disso, passei os últimos 30 minutos do jogo remendando com Super Bonder e fita adesiva o controle remoto da televisão. No final, ainda tomamos um gol e vimos pela primeira vez o técnico Jorginho bravo com a arbitragem.

Bom, após esse desabafo, vamos falar um pouco de outras coisas, digamos... Menos revoltantes!

Amanhã teremos uma reunião da International Board para debater as propostas encaminhadas por uma Força-Tarefa da FIFA presidida por Franz Beckenbauer que aconteceu no último dia 22.

Dentre essas propostas temos:
1.       A presença de 12 atletas no banco de reservas (a regra atual permite apenas sete).
2.       A obrigatoriedade do cartão amarelo para os jogadores que cometerem pênalti.
3.       Cartão vermelho apenas deveria ser dado para faltas mais contundentes e intencionais.
4.       A permanência durante os intervalos na arquibancada de treinadores que vierem a ser expulsos para evitar quaisquer contatos com os jogadores nos vestiários.
5.       Além de uma modificação na regra do impedimento, a qual não foi detalhada, mas que a idéia é facilitar a interpretações dos árbitros.

De todas essas, sem dúvida a do impedimento é a que deve dar mais discussão. As demais, devem ser aprovadas pela International Board.

Vamos ver, amanhã sai o resultado. Acredito que mudanças precisam realmente ser realizadas, principalmente no que diz respeito ao impedimento, pois é uma lei que causa muitos erros de arbitragem e se for para melhorar nesse aspecto, seria muito bem vinda.

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